terça-feira, 19 de novembro de 2013

Eu e meus pensamentos...


Estava pensando sobre esse negócio de emoção ser irracional. Será que é falta de racionalidade ou usamos a palavra errada e o correto seria: inteligência. As emoções não são irracionais, elas são burras, muito burras! É importante salientar que o que escrevo não tem nenhuma relação com bases científicas ou acadêmicas, embora eu ame alguns autores cuja leitura aproxime do que penso, no mais, é tudo senso comum. Portanto, escrevo apenas o que penso, do jeito que penso. Como diria Lulu Santos, “(...) como uma ideia que existe na cabeça e não tem a menor pretensão de acontecer.”

Se a emoção fosse inteligente, nós não passaríamos tanto tempo para perceber que uma determinada criatura não merece “o” sentimento que estamos dando, literalmente DANDO, de mão beijada (qualquer semelhança com gênero é mera coincidência). Eu não vejo outra explicação lógica para essa atitude. Aposto como algumas pessoas vão pensar ou dizer: mas esse é o erro, não é para dar, tem que ser conquistado! E alguém, por acaso tem manual para esse tipo de situação? Quando você gosta de alguém, tem uma fórmula para garantir que esse alguém vai valorizar e investir na relação? Não existe fórmula e nós sabemos disso, pelo menos nesse ponto somos inteligentes.

Essas criaturas ( as que esnobam) normalmente se acham inteligentes, mas elas são burras! Imagine que nos dias atuais você encontra alguém que está disposto a investir em você com suas melhores emoções; imagine que você tem “n” afinidades com essa pessoa; imagine que esse alguém também gosta de você... mas, a “criatura” acha que pode encontrar sentimento como o seu a 3x4 e que diante do “mercado” oferecer aos montes, não precisa se importar em cuidar dessa relação e muito menos cultivar o seu sentimento...tanta gente sofrendo simplesmente por não querer “gastar” seu tempo com o que realmente vale a pena. Fazer o que, é assim que é.


Por isso que o Flávio Gikovate tem pesquisado e estudado há anos sobre a felicidade de se viver só. Não é só, sozinho, abandonado e desprezado, este tidpo de ser só não leva ninguém a ser feliz, nunca! Ele fala do conceito de + Amor, em detrimento do Amor Romântico. Sou suspeita porque adoro o que ele diz e escreve...sou totalmente a favor dos amores por afinidades. Por isso que afirmo que as emoções não são irracionais, são burras. Mas, para minha alegria, acredito que elas podem deixar de ser e que nós podemos, sim, escolhermos melhor a direção das nossas emoções. É isso!

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Exposição...

Minha amiga Sátia decidiu me espalhar no vento...e espalhou. Fiquei com medo, mas agora já foi. Que assim seja!

Sobre representações...

O que alguém representa para mim é algo que só diz respeito a mim mesma. Quem cria a representação é o meu olhar. Meu  jeito de ser e construir esse olhar interfere na criação, portanto, cabe a mim e somente a mim entender e conviver com o resultado dessa dinâmica.  

Estou falando sobre isso porque muitas vezes as pessoas nos cobram ações que nunca poderíamos imaginar que seriam esperadas de nós. Nos relacionamentos mais próximos isso é muito comum. Colocando como exemplo apenas os casais, podemos ver claramente como isso ocorre. Não se trata de expectativas. Esperar e desejar de uma relação é super normal e saudável, mas o que é delicado e causa muita confusão, é querer que o outro saiba o que está dentro de mim em relação ao que eu penso, sinto, desejo e vejo dele (o outro).

No entanto, há uma responsabilidade quando temos, pelo menos uma ideia do que representamos para o outro. Se eu sei que você me ama (porque você deixou claro, claríssimo) e eu não o amo com a mesma intensidade, devo ter o cuidado (isso eu entendo como um comportamento ético), de não passar para você uma mensagem errada, uma mensagem de duplo sentido que venha a gerar esperanças e expectativas suas em relação a “nós”. Isso eu cobro e acho justo cobrar!

Fora isso, nada mais posso exigir. Ninguém tem culpa de representar para o outro o “tudo” do outro. Sinto muito, mas eu penso que neste caso, cada um com seus problemas...

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Mudança de Paradigmas...

Não tenho muito a dizer, gostaria apenas de compartilhar o que vi e ouvi...impossível ter a informação e continuar do mesmo jeito, impossível!

Filmes e vídeos sugeridos (vi todos no computador- internet)

Youtube

1- A Carne é Fraca (INSTITUTO NINA ROSA - Projetos por Amor À Vida)

2- Terráqueos

3- Veganos - Saúde (parte 1 a 9)

4- Não Matarás (também do Instituto Nina Rosa)

Desejo que sintam ou pensem diferente após esse conhecimento...foi o que aconteceu comigo. Estou em processo de assimilação, é muita informação e muito forte!

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Mais pensamentos...

As artes falam de nós mesmo quando não somos o artista. A música, a poesia, a literatura e outras formas de expressar sentimentos e idéias através de alguma arte, todas elas traduzem e falam de nós, muitas vezes,  melhor que nós mesmos!
Em uma cena do filme sobre Edith Piaf, quando ela está bem debilitada e alguns amigos e empresários vão mostrar para ela uma música, o compositor senta ao piano e começa a tocar e cantar. Ela pede para ele repetir e diz: sou eu, exatamente eu!
Como diz Milton Nascimento numa poesia musicada:
“Certas canções que ouço cabem tão dentro de mim,
Que perguntar carece,
Como não fui eu quem fiz?”

Sobre o filme de Edith Piaf:

Edith Piaf - Um Hino de Amor (2007) - Musica Non Je Ne Regrette Rien Legendado
Sinopse: A vida de Edith Piaf (Marion Cottilard) foi sempre uma batalha. Abandonada pela mãe, foi criada pela avó, dona de um bordel na Normandia. Dos 3 aos 7 anos de idade fica cega, recuperando-se milagrosamente. Mais tarde vive com o pai alcoólatra, a quem abandona aos 15 anos para cantar nas ruas de Paris. Em 1935 é descoberta por um dono de boate e neste mesmo ano grava seu primeiro disco. A vida sofrida é coroada com o sucesso internacional. Fama, dinheiro, amizades, mas também a constante vigilância da opinião pública.

A letra da música, e a tradução. Desafio alguém a ouvir e ficar imune!



Non, Je Ne Regrette Rien

Non! Rien de rien,
Non! Je ne regrette rien.
Ni le bien, qu'on m'a fait,
Ni le mal, tout ça m'est bien égal!

Non! Rien de rien,
Non! Je ne regrette rien.
C'est payé, balayé, oublié,
Je m'en fous du passé.

Avec me souvenirs,
J'ai allumé le feu,
Mes chagrins, mes plaisirs,
Je n'ai plus besoin d'eux.

Balayés les amours,
Avec leurs trémolos,
Balayés pour toujours,
Je repars à zéro.

Non! Rien de rien,
Non! Je ne regrette rien.
Ni le bien, qu'on m'a fait,
Ni le mal, tout ça m'est bien égal!

Non! Rien de rien,
Non! Je ne regrette rien.
Car ma vie, car mes joies,
Aujourd'hui, ça commence avec toi!


Não! Eu não lamento nada

Não! Nada de nada...
Não! Eu não lamento nada...
Nem o bem que me fizeram
Nem o mal - isso tudo me é igual!

Não, nada de nada...
Não! Eu não lamento nada...
Está pago, varrido, esquecido
Não me importa o passado! (2)

Com minhas lembranças
Acendi o fogo (3)
Minhas mágoas, meus prazeres
Não preciso mais deles!

Varridos os amores
E todos os seus tremores (4)
Varridos para sempre
Recomeço do zero.

Não! Nada de nada...
Não! Não lamento nada...!
Nem o bem que me fizeram
Nem o mal, isso tudo me é bem igual!

Não! Nada de nada...
Não! Não lamento nada...
Pois, minha vida, pois, minhas alegrias

Hoje, começam com você!

Sobre Dúvidas e Certezas



Acordei pensando sobre isso. As vezes tenho uma certa inveja das pessoas que tem certeza, talvez elas vivam mais felizes porque têm certeza! Certeza de um deus, um amor, uma família, um projeto profissional, uma missão ou um sentido. Enfim, elas acreditam fortemente e vivem por esse propósito.

Eu não tenho nenhuma certeza. Minto, tenho uma: a certeza de duvidar. Na verdade não sei se duvido de tudo ou acredito em tudo, ainda não defini. O que sei é que a cada novo conhecimento surgem mais dúvidas e menos certezas. Como é que eu posso ter certeza de algo se minhas próprias reações me surpreendem? Eu não tenho certeza de  como vou reagir numa determinada situação, até que ela se mostre na minha frente. Talvez  por isso eu tenha inveja das certezas alheias.

Mas, devo confessar uma coisa, essa inveja passa muito rápido! Porque eu amo poder exercer a liberdade de circular nos conhecimentos e manter a porta aberta.

Um dia eu sou Espírita; noutro me encanto com o Budismo; em alguns dias duvido da existência de tudo e penso que tudo é ruim; e tem dias em que amo a HUMANIDADE inteira e me considero capaz de me conectar com tudo que é bom e do bem, apesar da existência dos males. É muita confusão para um só espírito. Mas é assim que é.

Se a biologia for explicar minha fala, talvez diga que não passa de mudanças hormonais e que sou destemperada!

Se a psicologia for dar a resposta, dependendo da vertente, vai dizer que preciso de terapia ou análise para saber mais quem eu sou...pode ser.

Se a resposta for religiosa, também dependendo da vertente, dirá que é falta de Deus e que não me entreguei a Jesus...ou não aceitei meu Karma, ou talvez não estou de acordo com meus santos, etc,etc,etc.


O fato é que não estou pedindo resposta. Eu não quero UMA resposta.  Continuar com as dúvidas é continuar com as possibilidades (que é o universo), ter uma resposta que me defina é resumir o meu mundo a uma só tribo. Respeito, de coração, quem encontrou a sua, mas prefiro continuar na estrada...

domingo, 3 de novembro de 2013

Olá!!!


Gostaria apenas de dizer "Oi" por agora. Por enquanto estou na superfície e "sem afim" de escrever.